26 maio, 2022
-| Pleasure
13 agosto, 2021
-/ Sexta-feira
Sexta-feira.. e saudade da Sexta-feira.
Não essa sexta-feira de pandemia me acompanha desde Abril, onde no máximo bebo, no máximo escuto música e penso o que rola fazer sem me expor ao perigo do Covid.
Saudade da sexta-feira que mesmo com aula, trabalho, academia e cansaço, eu emendava com um belo esquenta para uma noite dançando em alguma boate de São Paulo ou festa alternativa.
Cidade do SP Na Rua, da Lions, Da Calefação Tropicaos, da Voodoohop ou em qualquer outra que se mostrasse interessante e repleta de gente! Ahh saudade da sexta-feira.
Aqui em Campo Grande as baladinhas já estão funcionando com horário reduzido, mas não vou expor ainda. Galera de 18 tomando a vacina agora e eu um pouco longe ainda da plena imunização.
Pesquisas falam em novas pandemias em breve e o verão do hemisfério norte se mostra violento, com temperaturas próximas a 50ºC e em alguns pontos de incêndios e alagamentos.. Me sinto vendo meu livro de ciência da 7º série se tornando realidade! O famoso aquecimento Global e desiquilíbrio ambiental. Será que teremos aquelas sextas-feiras de novo? Não uma sexta-feira do novo normal.. Me refiro aquelaaaas sextas-feiras. Será?
29 abril, 2020
-\ Sinais
Pergunto se alguém um dia ler: Você acredita em sinais?
Acredita que é necessário sinais para abandonar um viés politico, fazer uma mudança de rotina ou que é hora de fazer algo diferente?
Acredita que Deus ou o universo te envia sinais para te ajudar no seu caminho ou para fazer com que você alcance sua felicidade?
Acredita em sinais para acreditar que alguém te ama de verdade ou te odeia de coração?
Sinal para você, é o oposto de fé?
Hoje aprendi que 'sinais' podem se tornar uma ardilosa ferramenta nossa, para justificar escolhas ou a falta delas. É com ela que você procrastina, toma decisões impulsivas tentando se justificar ou simplesmente não faz nada.
Não sou mais um cara que espera sinais. E se eles aparecerem para me fazer mudar de ideia, vão ter que ser muitos.
O aqui e o agora dando um banho como sempre <3 p="">3>
05 abril, 2020
-\Music's future
Antes da pandemia do Corona Vírus já sabíamos de algumas coisas e acho que vale compartilhar antes de falar minha percepção a respeito:
As pessoas já preferem ouvir música em casa
O número de clubs, grandes shows e festivais caíram significativamente. Boa parte disso, claro, impulsionado pelos altos preços, custos extras (alimentação, bebidas superfaturadas, locomoção..) e por adequações ora obrigatórias pelos próprios espaços ora socialmente estabelecidas. A cidade já não vive seu momento cluber dos anos 90 onde cada quadra havia um espaço dedicado a uma boa party com fumaça de gelo seco e muitas músicas da gringa. Como comentei em outro post, vivemos um momento de nacionalização do pop e isso claro enfraquece este molde de festa eletrônica que é totalmente à parte das grandes festas populares brasileiras.
Coletivos e Home Party estão em tendência de crescimento
Pra que um club luxuoso com taxas abusivas se é possível estar em um lugar com o exato estilo de música que deseja e com um custo bem menor? Você fuma o que deseja, bebe o que deseja sai e volta quando desejar para comer ou mesmo para fazer suas coisas.
Foi na solução desde problema que surgiram os coletivos no Brasil, hoje sufocados pelo governo aqui em São Paulo, estes coletivos tem tentado trabalhar nos moldes de festas itinerantes em locais fechados e tem até tido algum sucesso nesse meio tempo. Claro que nunca será aquela mesma festa que acontece em um parque ou praça perdida na metrópole de São Paulo por isso acredito que se a política deixar, ainda veremos coisas boas neste cenário.
Mundo a fora por políticas de silêncio, restrição ao consumo de álcool ou mesmo para melhor aproveitamento da noite, a galera apela pesado para Home Party, que das mais elaboradas as mais simples, se resumem basicamente em reunir um bom número de pessoas conhecidas ou não para dançar, beber e socializar em casas com muito ou com quase nenhum espaço. Em São Paulo, curiosamente essa modalidade de festa foi melhor absorvida na periferia que nos grandes centros, talvez por custos, talvez por questão de espaço, já que boa parte das casas e apartamentos nas regiões centrais não permitem no geral, barulho após as 22h. Temos no interior brasileiro a forte cultura do churrasco de fim de semana. Alguns acharão que seus churrascos tem apenas mais música.
Os tempos mudam, o comportamento humano quase não muda.
A gripe espanhola atingiu o Brasil entre 1918 e 1920 se não me engano. No mundo foi nesse mesmo período.
Vivíamos a era dos Coronéis aqui no Brasil. O mundo vivia seus "anos Loucos" com muitas mudanças e claro, com mutos traumas. A quebra da bolsa de 29 é um bom exemplo e talvez lucide o que quero dizer, quando uso o termo sentimento geral de perda.
Após este cenário (que não é muito diferente das crises e pandemias que estamos vivendo, dos anos loucos que estão vivendo). A arte veio como antidoto para esse sentimento de perda! No cinema a ficção e a animação começou a ascender, afinal é importante sair dessa realidade ruim. Na música era o momento de desabafar, de sentir e de se fazer sentir através do Jazz.
Como disse no subtitulo, acredito que os tempos mudam mas as pessoas não mudam tanto assim. Não sei se o Jazz será o remédio, mas acho que com estes três pontos já posso tecer minha opinião do que nos espera pós pandemia.
Próximo Estilo de Música a fazer Sucesso
Não temos bolas de cristais, mas aprendemos muito com o passado. É um pouquinho chato analisar, mas no fundo e no final sempre se trata de possibilidades e eis a minha:
Não acredito que a curto / médio prazo teremos uma total desistência das festas. Estamos no Brasil e festa é algo do nosso DNA, ora por luta/resistência, ora para colocar toda nossa falta de pudor que o mundo tende a dizer que é feio. é o nosso jeito de dizer Foda-se! Depois desse jejum de festas muitos voltarão sedentos e outros mais inseguros vão demorar um pouco mais para retornar ao universo das festas.
Em longo prazo as festas estarão cada vez mais digitais, coletivas e em casa. No que dependesse de mim, Millennium, isso jamais aconteceria, mas a geração Z tem uma visão um bocado diferente de festas e de como gastam seus dinheiros com festas. Tudo é mutável e artistas, estilos, moda ou mesmo acontecimentos sociais podem alterar essa futura realidade, mas até termos indicio de algo assim, a tendência é sim de constante e longa redução no universo das festas. Mas as pessoas precisaram de novo nessa geração sair da realidade, extravasar.
Assim como nos anos 20 vivemos anos loucos. Nacionalismo segue forte no universo musical e por isso acho que Jazz precisaria de um grande nome e de certa modernização de letra e batida para funcionar, mas sim, funcionaria. Se Amy Winehouse estivesse viva, 2021 seria o ano perfeito para o lançamento de um novo álbum com seu soul moderninho e letras disruptivas.
Fato é que no nacional temos a nova MPB, neta da Bossa Nova que aliás, foi aluna do Jazz. Ela ainda pode ganhar mais força e fôlego nos próximos anos. Anotem. Isso claro, considerando o que temos nesse e até este momento.
E sua favorita Iann, música eletrônica? O também falecido Avicii ganharia mais adeptos e teria facilidade em navegar entre o americano e parte do global que as pessoas já internalizaram como nacional. Essa talvez seja a lição para os DJs que pretendem lançar músicas a partir do fim do ano (não é um bom momento para se tentar nada muito diferente). As melodias vão precisar falar de sentimento também, pois as letras já falam e não expressam o suficiente. Sabe aquele coro da música que não é composto de letra, mas só de uma melodia que fala mais que a música inteira? Tipo Melody? Sabe aquele trecho em que o cantor ou cantora solta um uuuuuu em continuidade de uma frase como quem uiva e nos faz ter aquela sensação de quem chora, tipo Clocks?
É disso que falo. O outro extremo também vale! A bagunça, o desordeiro aquele que expressa desobediência, raiva e se mostra contra o sistema vai reinar bem também.
O mundo vai entrar em alguns anos de crise daqui pra frente e em países como o Brasil a coisa promete ser um pouco mais pesada. Então, quem pretende embarcar nesse universo precisa além de tudo ser criativo, para monetizar com o pequeno. O olho gordo não sobreviverá.
03 abril, 2020
-\ Neon Future IV e a bagunça de 2020
Steve Aoki is Alive! Or.. Neon Future is 'Neon present'.
2020 é de longe um ano estranho. O mundo está caminhando já há algum tempo para extremos complicados e individualistas em todas as escalas, que podem transformar o mundo para algo melhor ou, o mais provável, bem pior.
Uma onda conservadora e nacionalista está crescendo, pisando no freio da globalização e na tomada de decisão conjunta e internacional de assuntos econômicos, políticos e sociais.
Brexit, Guerras comerciais e uma nova corrida de soberania nacional com fechamento de fronteiras e proteção de produções nacionais em países que até então defendiam o contrário (EUA é o grande exemplo).
Que erro! Que perigo vivemos em abraçar o nacionalismo e abortarmos o plano global. Já vivemos globalmente e decisões isoladas só geram problemas mais graves e soluções mais lentas.
O Corona Vírus é um exemplo incrível disso, pois se tivéssemos uma gestão global de leis e regras para a saúde, certamente teríamos barreiras, contenções e sistemas melhores estruturados para conviver e combater a pandemia. No final temos países apagando, cada um seu fogo, enquanto o vírus já cresce em uma segunda próxima onda prevista novamente para rodar grande parte do globo.
No mundo político, econômico e de construção social isso é um problema.. E na cultura?
Na cultura, pop ou não, o que vemos é um reflexo disso. No Brasil o funk e sertanejo que já tinham um espaço gigante, agora são reis de qualquer stream. Músicas evangélicas e seus grupos religiosos já estão entre os TOP 100, 50 e 20 e com intenção ou não, até Pabllo Vittar já parece ter embarcado nessa pegada com seu último Hit vazado, Rajadão.
Não tenho dúvida que, se eu acessar rankings dos top20 de outros países, boa parte será nacional, bem diferente do ano 2000 por exemplo.
Visitei agora por exemplo a Rádio La Mega de Bogotá. Pelo menos 15 posições das 20, são músicas cantadas em espanhol. Deixa eu abrir aqui nos EUA..:
Primeiro lugar pela Billboard RODDY RICCH (nunca ouvi..).
Enfim, na cultura, não há como criticar esse movimento, pois ele é um reflexo. Ganha a música estrangeira que, de algum modo, abraça características e elementos locais para vender sua maestria.
Há também uma outra possibilidade: A NOSTALGIA.
Desde 2019 já tínhamos um movimento de retorno aos anos 90 com séries, filmes e na música. Sandy & Junior que o digam, já que tiveram uma das turnês mais lucrativas do Brasil em 2019 e a segunda mais lucrativa do mundo. Isso sim é aproveitar a crista da onda!
Os mais espertos seguiram a onda e já estão entre 80 e 70, como Lady Gaga, Dua Lipa, Sam Smith. É um local seguro neste momento e tem alcance global sem ferir o nacional, já que a nostalgia está no universo da lembrança.. está no flash back.. no que já foi.. no que já é de alguma forma nosso, seja bom ou ruim, seja feito no país ou não, pois já estamos tão acostumados e está tão impregnado que inconscientemente aceitamos.
Especificamente no universo eletrônico, o progressive e o techno estão grudados nos anos 90, até por que nesta bolha é complexo retornar um pouco mais sem ir para o pop ou hip hop. Aqui seria o lugar onde a música eletrônica deveria estar tentando tocar. É aqui que ela deveria estar devorando os amadores.. mas não está. Alguns poucos DJS como Duke Dumont, Lost Frequencies, David Guetta, Major Lazer, estão conseguindo abrir estes campos nos anos 90 ou no nacional. Mas é claro: Os DJs nacionais são os astros e o beat é definido pelo que estes DJs fazem (o que sinceramente, acho pobre, pois não tem pensamento global). Nada contra Vintage Culture por exemplo, mas sei que poderíamos mais. Só não estamos fazendo.
Ok! Mas onde entra o Aoki e o Neon Future IV?
Hoje saiu a sequencia de Neon Future já na quarta versão.
A sensação que tenho ouvindo Neon future IV é de que foi decidido entre o segundo semestre de 2019 e estes primeiros meses de 2020 que o cd seria lançado. É um álbum perdido! Um álbum extenso com mais de 25 músicas. Atira para todos os lados, para vários parceiros bem diferentes, para vários estilos, e acho difícil tomar conta dos streams.
Sem um trabalho muito próximo dos DJs com quem fez colab, sem um time muito acertado sobre quando lançar videos/clipes, sem um plano de marketing muito bem estruturado, o álbum não irá para lugar algum. Poderia ser um álbum até bom se fosse enxugado em dois álbuns ! Um mais experimental.. Outro mais comercial.. Faltou uma forma diferente de vender esse pendrive inteiro que é o lançamento.
E fico triste! O álbum tem lançamento do Sting com uma música insossa que mais combina com Sigrid. Tem Matthew Koma em Cut You Loose que mais parece um plágio.. um sample de
Arctic Monkeys - Do I Wanna Know?
E falei tudo que falei para que pensem comigo: 'Neon Present' está sofrendo e dando um reflexo dessa confusão sobre o que virá no mundo pós pandemia? É um álbum que Steve Aoki fez como uma salada de tudo que queria sem pensar.. sem por em cima senso crítico?
Ou é um erro?
Daria certo uma aposta de Aoki nos anos 90? Ele é uma previsão de como os artistas estarão trabalhando no Future?
Pra piorar sua turnê foi marcada em cima da pandemia americana. Furou.
É hora de Steve Aoki repensar, correr e fazer. Ele está perdendo tempo pois capacidade, sabemos que ele tem.
Mas espero que ele e seu time olhem o contexto em que estamos.
31 março, 2020
-| Ayahuasca
Haux Haux! (Que venha a cura!)
Tudo bem na quarentena de vocês por ai? Deixa eu perguntar: Falei com vocês há algum tempo sobre a ayahuasca?
Desde Outubro/2017 faço parte de um grupo que chamo de 'grupo terapêutico'.
Lá fazemos o então classificado como 'ritual' e 'consagramos' a Ayahuasca, o Kambô e o Rapé. Acredito que todos estes nomes serão estranhos para você, mas acho que resumo bem quando digo que estas são medicinas indígenas latino-americanas milenares, utilizadas por nossos povos para ajudar na saúde física, na caça e no equilíbrio de seus corpos.
Não vou entrar em pormenores sobre estas medicinas, até porque este não é meu objetivo aqui.
Vale comentar ainda que chamo de grupo terapêutico pois não temos vínculo religioso. No grupo participam cristãos, ateus, membros de religiões de matriz africana, agnósticos, espíritas e etc.. 'Etc', porque isso não importa! Estamos juntos independente de crenças e, com muito respeito nos voltamos para dentro e para o universo, a fim de nos tornarmos pessoas melhores.
Muitas religiões utilizam a Ayahuasca em seus ritos, entre eles o Santo Daime e União do Vegetal.
Inconsequentemente, muitos jovens e outros nem tão jovens assim, fazem uso incorreto da medicina como drogas recreativas, o que vale comentar, é um desperdício!
De forma guiada e bem monitorada estas medicinas podem ajudar as pessoas com depressão, stress, imunidade baixa e problemas de ordem psicológica. São capazes de te ajudar a olhar o inconsciente e resolver problemas até então adormecidos, porém impetulantes em nos prejudicar no dia a dia.
Cheguei até este grupo ausente de amor próprio e com uma carência descomunal, depois do ano mais difícil que vivi até o momento. Mais de 2 anos depois estou aqui, forte psico e fisicamente gritando pro mundo o quão importante foi esse processo pra mim. Acho que para falar mais e sobre pormenores, prefiro que perguntem. Faço um novo post de necessário! :)
30 março, 2020
Faouzia - My Heart´s Grave
Cara, hora de tirar os rascunhos e coloca-los pra fora! Agora sem emprego e com bastate tempo em casa (Corona Virus), acredito que posso melhorar isso por aqui.
Devolvi o blog ao layout da Google, que é mais simples e certamente utilizado por outros usuários, mas foda-se. Focar no conteúdo que, talvez irrelevante pra geral na web, é relevante para mim.
Me lembro que em tempos difíceis escrever aqui me ajudou muito, então volto a escrever para me colocar em cenários que desaprendi (graças a Deus) a estar, que é o passado e futuro.. Detalhes para um outro post, por enquanto só escrevendo que voltei.
21 outubro, 2019
Reborn
20 maio, 2018
-| Brazilian general election 🇧🇷
The importance of voting shouldn’t be discussed, but would you be conscientious in a mandatory vote? Every election we always see the same parties, with the same speeches and same stories, there isn’t even,
prior approval of who are going to be candidate. We are obliged not to vote, but to choose between one of the chosen ones. Is this democracy?
I believe not only in optional voting, but in a reform to reduce 35 parties registered on TCE website to 2 or 3, because that's how they work. I believe in reduction of The Chamber of Deputies of Brazil from 513 members to 55, maybe 81. Not in a presidentialism system but in a parliamentarism system. Yes, I believe that changes must be made, but not isolated. We need integrated changes with other reforms for long-term improvements.
10 março, 2018
-| My Review: THREE BILLBOARDS OUTSIDE EBBING, MISSOURI
26 julho, 2017
-| Holger - Sunga
Gosto de lembrar das coisas.. Não lembranças de Facebook! Essas não valem por que se estão lá, na vida online atual, é sinal de que não havia esquecido de fato.
Lembrei hoje de um CD tupiniquim que amo de paixão e esqueci por um bom tempo.. Andei lembrando na verdade de muita coisa.. Como é bom escrever poemas por exemplo.
Bem, o post é para o CD: Sunga!
Seria chato falar do CD.. Convido vocês a ouvirem! A banda é incrível.. Se ouvirem vão ouvir muita coisa boa em português também!
18 julho, 2017
_#TudoCerto
Fim de semana 1 ✔
Fim de semana 2 ✔
Fim de semana 3:
Festival de inverno de Paranapiacaba
Simmm. Tudo indica que vai rolar sim. Passeio no parque natural da cidade ( precisa de guia) já no esquema e final da manhã/ tarde livre pra curtir tudo que a cidade tiver a oferecer de bonito, apetitoso ou legal. Rsrsr
Animado com a experiência e preocupado com o frio, acredito que se me agasalhar e lembrar de me hidratar, tudo ocorrerá bem.
Yoka: Pra sorte do meu amigo Yoka, atrelei na memória o fato de que a ida no festival faz parte das comemorações do aniversário da gay, então ainda está fresca na memória que antes do festival tenho que arrumar um tempo pra fazermos algo!
Frio: pelo bem da ida a Paranapiacaba e para o charme do inverno, chegou uma frente fria hoje em SP. Um up pra todos os próximos e aconchegantes eventos que vão rolar até domingo.
Contas: Lutando para não perder o controle. Estou achando estranho, mas talvez eu esteja conseguindo. Só descubro dia 28, semana que vem. É importante que seja assim. Sinto que é.
PS: Vi a pessoa do Bus. Eu e meus encantos impossíveis.
16 julho, 2017
-( Aprende
Dia 13 quinta a noite. Aprendi (como se já não soubesse), que intuição é importante, que seguir seus sentidos sempre vai te ajudar.
Dia 14 sexta a tarde, lembrei que os amigos são importantes e podem mudar sua vida.
Dia 15 sábado, nem sempre, quase nunca, você muda, você se permite, os outros cedem. Não adianta sofrer por isso. Talvez mudar alguns aos poucos já ajudam.
Dia 16 domingo - a vida sempre vale a pena, apesar do dinheiro pouco e felicidade pequena.
Acordei e desci na sala da pousada enquanto meus amigos ainda dormiram.
Vi meus medos conversarem. Trocarem ideia sobre varias coisas. Seres mais velhos, solteiros, safados, mais viventes que eu. Um deles me indicou um poeta:
Desculpa
(J. G. de Araújo Jorge)
Quero que me desculpe, amor,
este gasto coração tão viajado
tão tatuado de amores.
Quero que me desculpe, amor,
esta ironia que me defende contra a vida
e que te fere às vezes, sem razão.
Que me perdoe, também, essa alma turva
que não pode espelhar tua alegria
e onde em vão te debruças, imprudente.
Quero que me desculpe a minha vida
fim de novela que não dá sequer
para tecer um sonho pequenino
e aquecer teu coração.
Que que me desculpe, amor, porque fui cúmplice
do destino que tramou o nosso encontro,
e porque nada fiz, por covardia,
para evitar o mal que já sabia.
Quero que me desculpe, amor, tão pobre amor,
tão gasto amor, tão viajado amor,
resto de um pouco amor que ainda subsiste,
— que encontraste no cais, quando chegavas,
e eu já partia, embebedado e triste…
Em Os mais belos poemas que o amor inspirou IV/ J. G. de Araújo Jorge,
4ª edição, Editora Rideel Ltda., São Paulo (SP), pág. 119.
Só é a primeira hora da manhã.
30 junho, 2017
-| Quase 7
Tenho tentando evitar, mas já que estou comendo fui lá e quebrei a forma como faço.
25 junho, 2017
-| Musica
Eu não sei se já falei por aqui o quanto a música me representa. De longe, tenho dificuldades de verbalizar tudo que sinto! Sou um ótimo ouvinte, seja de pessoas ou de.. música! Amo música e escuto música o dia inteiro se deixar. Navego sem preguiça em diversos estilos e acredito que cada hora e lugar tem a sua merecida música.
Além de dividir minha vida em diversas fases, boas e ruins, divido também músicas que marcam certas épocas e lugares. Definitivamente, acho que depois da morte, meu maior medo é a surdez... rsrsrs
Não me imagino sem ouvir música, seja lá qual for a fonte o estilo.. Vida triste deve ser uma vida sem música.. Caraí.
No começo deste ano embarquei no estudo da música como nunca antes da história desse corpo. rsrsr
Oficina de DJ, curso de apreciação música, teclado.. Me falta patrocínio apenas para fazer um curso de DJ completo e correto, mas paciência. Tudo no seu tempo. Noto ultimamente que tudo acontece na hora e na forma correta. D-s, permite coisas ruins e boas a todo o momento me guiando para algo maior que eu.
Tenho projetos pessoais para até o fim do ano fazer minha primeira música!
- Foda-se a qualidade
- Foda-se o resultado
- FODA-SE a opinião dos outros.
Se tem muita gente por ai que se expressa falando, eu quero me expressar de duas formas: Compondo e ouvindo. Compondo o que quero falar e ouvindo tudo que for preciso ouvir! Seja música ou não.
Quando eu morrer, se próximo isso ou não, quero ser lembrado como alguém apaixonado por música. Por que mesmo sem sopro de vida, certamente minhas células enquanto se desintegram mundo a fora, vão virar ondas sonoras.. Seja lá onde isso for.
Fico me perguntando se sou o único ser mundo a fora, que escuta música em quatro plataformas diferentes no celular.. Não quero perder nada. Ando usando Soundcloud (meuamoô!), Deezer, Spotfy e Google Play.
Acho que Soundcloud me representa mais pela forma colaborativa do aplicativo. Se acha de tudo, oficial ou não neste app. Isso me inspira!
Talvez seja outro motivo pelo qual sou louco por música.. Quero inspirar também. ;)
20 junho, 2017
-| Dias correm
Já tinha birra da música Chariots of Fire antes de saber que ela se chamava assim, agora que estou tendo que toca-la, ainda que de forma simplificada nas aulas, gosto menos ainda.
Literalmente eu sou para o Clássico como o Sol é para Lua. O-P-O-S-T-O.
Mas enfim. Faz parte e devagarzinho está saindo.
36 Questões de 50. Um bom resultado sem estudar, vai!? Sim! Este foi meu resultado do 'vestibulinho' da ETEC. Uma 'provinha' pra entrar no 'cursinho' que fica 'pertinho' do meu trabalhinho. Feliz com o resultado mais que natural! Sinal de que meus neurônios estão vibrando muito bem ainda!
Ah! Falei da parada gay que tem rolado? Então, tem rolado parada gay! Desde fim de maio até logo mais muitos eventos tem ocupado a agenda gay de SP. Domingo passado foi um dos dias ápices com a reunião de mais de 2 ou 3 milhões de pessoas na avenida paulista para defender o estado laico. Nada contra a religião em si, mas se é pelo estado laico, obviamente estive lá! Foi bacana, sem brigas (até onde meus olhos alcançavam) ou problemas significativos. Parabéns aos organizadores!
Show da Charlie XcX foi foda também. Mas deixou gostinho de quero mais. Paciência! Logo mais retorno as aulas de inglês e começo a enjoar do sotaque! hehehehe
Livro novo a caminho? Falei dos últimos..? Do próximo pela mão do pai do grande Zeca Fonseca, Rubem Fonseca? Acho que ainda não.. Falo depois.
Bora correr pra cama
08 abril, 2017
-| Pandora
https://youtu.be/iLLydSZOR8k
22 abril, 2016
-| Des|com|passo
07 abril, 2016
-| A(prender)
Sempre curioso o formato das lições que a vida traz.
Eu agora, vivendo a lição da humildade, dependência, necessidade do coletivo, de amigos.
Tks for the lesson G-d!
Para você que não tem ideia, no último sábado dia 2/4, fiz uma cirurgia de fimose. Cirurgia simples! Tanto que no dia seguinte fui liberado para voltar para casa. O problema foi o efeito colateral super exótico que me fez de rara vítima: Cefaléia pós Raqui ou traduzindo, Puta enxaqueca quando estou de pé!
Fui escolhido.. OK.. Agora se fazer de vítima não dá né.. Aprendi a lição que me foi dada e estou agora pensando na recuperação, prejuízo é próximos passos.
Hoje tem Coldplay e não vou, Semana que vem é semana de provas na universidade, e depois Tomorrowland que parece q ficarei de fora tbm sinal de que o primeiro semestre do ano já está pela metade!
21 novembro, 2015
Student Lesson - @ About Rio Music Carnival
Hey My Friend!
I´ve good news for you!
At Weekend I found the solution for our problems! The Brazilian Carnival will never be the same!
Remember you of Dream Valley Festival? Then my friend, I found other festival very similar in Rio de Janeiro! You don´t need more arguing with your girlfriend.
We should take advantage and choose this event! Day: Carnival for you and your lady. Night: Get ready for five unforgettable nights with the best DJs in the planet in the new Marina da Glória, in Rio.
Think! We and the weather, beaches, drinks, and sunny days! Think, everything together!
If your can, We should go at 1th of February. I'll wait for U!
I love you my friend!!
Hugs!!
- Demologo: Pedestal
Sentei na minha sala e baixei o volume da tv. É ruim conversar competindo com o barulho na TV. Convidei para sentar comigo e conversarmos: ...
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Este post, diferente dos últimos e poucos posts que tenho feito, saiu de um Iann ferido por si mesmo. Naufrago de si mesmo, tentando achar ...
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Eu tenho medo da morte em mim. De algum modo já enfrentei essa fase e ela não me aterroriza mais. Ao contrário, me estimula a viver mais e i...
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Sexta-feira.. e saudade da Sexta-feira. Não essa sexta-feira de pandemia me acompanha desde Abril, onde no máximo bebo, no máximo escuto m...






