21 novembro, 2015

Student Lesson - @ About Rio Music Carnival



Hey My Friend!

I´ve good news for you!

At Weekend I found the solution for our problems! The Brazilian Carnival will never be the same!

Remember you of Dream Valley Festival? Then my friend, I found other festival very similar in Rio de Janeiro! You don´t need more arguing with your girlfriend.

We should take advantage and choose this event! Day: Carnival for you and your lady. Night: Get ready for five unforgettable nights with the best DJs in the planet in the new Marina da Glória, in Rio.
Think! We and the weather, beaches, drinks, and sunny days! Think, everything together!

If your can, We should go at 1th of February. I'll wait for U!

I love you my friend!!

Hugs!!

08 novembro, 2015

-| Conoci[miento]







Desde os primórdios, seja do Alcorão ou Bíblia, a arvore representa conhecimento! Conhecimento que como uma semente nasce e deve ser cultivada, como algo que cresce, dá frutas e nunca mais retorna ao seu tamanho original, até morrer.

Andei lendo uns artigos, mas antes de falar de um deles, falo sobre um desejo sem base que antecede a leitura. 
Não tenho veia artística e as coisas mais próximas de 'culturais' que produzi na minha vida foram os demólogos aqui no blog, Sombroze que não findou, algumas participações em corais e grupos gospel (singela, mas sim, participei) e dois meses de aula de piano,que a falta de dinheiro não me deixou concluir. Mesmo sem dom nato, quero muito produzir arte! Queria compor no piano, ou batucar na percussão. Queria escrever melodias ou fazer produções pop. De 2013 em diante o Iann mais eclético se perdeu em um Iann apaixonado por música eletrônica. Obviamente que estes desejos emaranhados em mim não morreram, mas mudaram: Agora quero ser DJ.

Independente do instrumento é fato que sempre quis produzir algo e desta vez o desejo tem tomado corpo, engulido minha mente quase que diariamente e me fazendo pensar em como essa paixão pode me transformar num bom profissional da EDM. Como disse em um dos posts do meu instagram, talvez esse desejo não me transforme em alguém realmente útil perto dos reizinhos da cultura pop, mas quero investir nisso, nem que para ter nos meus braços um bom hobby, onde eu posso alimentar esse amor musical que só cresce.

Agora sim sobre o inicio do post, na Diplomatique de Outubro, li há algumas semanas um artigo muito interessante do Professor Alexandre Barbosa Pereira, falando (na forma que entendi) sobre a importância do estado oferecer instrumentos para o jovem não só ser inserido no mercado de trabalho, mas também poder exercer seu eu, seus potenciais e se expressar! 

Obvio que no limbo da classe média que estou, não tenho dinheiro suficiente para investir neste sonho, nem sou pobre o suficiente para receber amparo do governo, Mas ficou nítido ler deste antropólogo, que dar atenção a estes meus sonhos é algo útil e importante para minha formação. 

É por isso que ano que vem, pós universidade, pretendo de alguma forma dar corpo a este desejo enrustido e tímido de transbordar a minha arte por aí. Se D-s quiser estarei em uma pós graduação em 2017 junto de algum curso desenvolvendo minha finas veias artísticas.     Não que eu não tenha levado a sério este meu desejo antes, mas que fique aqui registrado o momento em que eu carimbei a certeza de tomadas de providência para meu momento pós graduando.


01 novembro, 2015

-| Coletivos



Em 2010 encerrei minha vida ativa de religioso. Entre 2012 e 2013 encerrei minha vida de boates.
Hoje em 2015, talvez com resíduos em 2016, me sinto encerrando minha vida de festivais.

2015, ano transitório entre festivais e coletivos começo a me perguntar se a próxima fase é de eventos coletivos ou se estes, são apenas minha ultima chama de diversões em festas.

A música eletrônica neste processo, tem se consolidado, mas a vontade de levar uma vida dispendiosa de baladeiro não. Neste processo ando pensando em me profissionalizar como músico ou dj, aproveitando desta paixão para desenvolver algo cultural em mim.

Me permito dar esta brecha para falar de mim antes de falar do que me tem feito brilhar os olhos nos últimos tempos: Os coletivos.

O coletivo que me refiro são grupo de pessoas unidas voluntariamente para trazer uma filosofia artística ou não de forma participativa, sem fins lucrativos e que valorize espaços até então esquecidos pela cidade.

Definição pobre, mas talvez a melhor que posso dar dos diversos que tenho participado. Aliás, tenho participado cada vez mais! Por isso talvez creia que seja minha próxima paixão nos momentos de lazer no lugar dos festivais.


Aqui em São Paulo é complexa a relação destes coletivos, pois são formados de incriveis libertários com empresários que ainda desconhecem seu potencial administrativo (ou talvez conheçam.. Só não se importam).
Ora as baladas vão para os coletivos, ora os coletivos vão para a balada. Ora festas viram coletivos, ora coletivos viram festas.

Independente da relação segue alguns coletivos e instrumentos que merecem a citação:

VOODOOHOP: Não sei se posso chamar a Voodoohop de um coletivo. Acho que melhor descrevo minha visão da VOODOO como uma galaxia deles.

A voodoohop concentra informações sobre diversos eventos que ocorrem dentro e fora de Sampa e de forma muito viva, ora vende a possibilidade de participar, ora apenas informa afim de que todos os interessados possam se divertir sem custos.

Intervenções culturais, festas, acampamentos, exposições.. O site da VOODOO traz uma agenda que sai do universo brasileiro e mostra um pouco destes movimentos no mundo.

MEL e LUA: Esse projeto festivo arrasta em São Paulo e por onde passa uma boa parcela de gente com boas energias. Não existe divisões ou pré-conceitos e o dj pode tocar de É o Tchan a Chico Buarque sem retaliações, por que estes projetos carregam isso no DNA: Brasilidades.
Musicas tupiniquins ou não são permitidas e todos são sempre bem vindos. É linda a sinergia, simplicidade e liberdade de todos que participam. Nenhuma boate no mundo conseguirá alcançar esta evolução energética.

FREEBEATS: Diferente das duas anteriores a Freebeats está inserida em universo diferente e não tão aparentemente receptivo.
Com eventos mais ligados ao hip-hop, regaee e rap, a freebeats tem um público mais sério.. Não que isso seja ruim, mas é uma diferença notável. Ótimo som! Isso vale muito.


MAMBA NEGRA: Uma das mais darks que frequento se descreve como terreiro eletrônico de paralisergia. Seja lá o que for paralisergia eu concordo. Psicodélica, irreverente e indescritivelmente surreal. Beats tensos, pesados e ora, para ir contra sí, beats de jazz e tropicalidades.. Insano. Ontem organizaram um evento na Praça do Patriarca no Centro de São Paulo. Algumas pequenas intervenções ocorriam em paralelo. Durante a festa um grupo de gurias que gritavam palavras de ordem contra o cunha e a PL5069/2013 chegaram para dar mais corpo a essa insanidade festiva.


CASA DA LUZ: Ainda não tive a oportunidade de conhecer o espaço, mas pelo que me disseram, se trata de uma Casa literalmente invadida no bairro da Luz em São Paulo (convenhamos que se isso é verdade, a melhor invasão já realizada em SP).
Este espaço recebe eventos dos coletivos citados anteriormente além de outros mais, como exposições de arte.


Deixei o facebook de todos para que possam conhecer e criar suas próprias descritivas. Estes tem sido os atuais mais próximos além da Selvagem, Calefação Tropicaos e a Chicos que tenho começado a conhecer agora mas não participei de nada.  Mas a ausência de descrição destes últimos é só para enxugar o post que estã gigante ok? Não são menos importantes.


Aos que conhecem ou participam de outros, por favor, comentem este post para que eu conheça! Inside or outside of Brazil this movement is important to me. Chears for the Collectives!

- Demologo: Adulto é você

Entrei na sala e sentei no sofá. Me vi de frente, mesmo sem espelho, sou criança novamente.Minha postura relaxou como quem n ão se importass...