20 agosto, 2017

#Poesia_ !d€ñt/d@de®

Eu prefiro o ciúme, que desconfiança
Prefiro a dor de perder do que arriscar nunca ter
Dou prioridade aos amigos como na família
Choro em filmes, danço sozinho na sala
Sou um livro aberto até a página dois. Da terceira em diante deverá ser digno de ler
Confio, me entrego, acredito.
Materialmente sou pobre mas amo me enriquecer de espírito

Acredito em Deus e como poucos vejo ele como algo deforme e incalculável, mas entendo sua sabedoria em montar-se na imagem humana pra nos deixar avontade pra conversar

Paro meus olhos em quadrinhos, escuto a mesma música várias vezes e sonho mais acordado que deitado

Dizem que assim nunca terei ninguém, mas não me importo, por que já tenho tudo.

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07 agosto, 2017

_@ Poe/ma/sia: Nada tenho

Numa troca de poemas percebi como estou vago de amor.. o poema era sobre amor e.. vi que não lembro o que é isso.

Nasceu então o poema resposta. Não vou postar o primeiro por que não me pertence, mas brinquei de responder e usei citação de terceiros entre aspas:

Mas querer não é poder. Maldito ditado.
Sozinho e de semblante caído, com risadas forçadas por pura educação
Insossa vida, vagando em nada além de lembranças. Nem a saudade quer, um saco de ossos invadido por dor.
O que deveria ser céu de paz é incoveniente de nada ter e no pior sentido de 'sem chão' me pergunto 'pra onde ir?'

E desisto de sentir nessa maré de sem nexo 'e faço versos, como quem morre'.

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01 agosto, 2017

_( Poesia Alma corajosa

Viverei vibrante e urgente, como se o fôlego da vida fosse partir do meu corpo, por que partirá.

Lutarei no desespero de quem se afoga tentando nadar, por que já morreu quem desiste antes de alcançar um abrigo.

Vou sonhar como quem acorda, confundindo por longas horas o que é real e o que fantasiou, por que sou assim.

Amarei com minha paixão, ódio, confusão e saudade, por que tudo é vão se falta amor.

Não haverá arrependimento do que fiz, por que do feito, o passado enche a mala e o agora não permite

Pra hoje farei sacrifícios, pactos, juras, acordos e orações, pra que antes da derrota, eu vença.

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27 julho, 2017

-\Poesia Inimigos Deixam



Me apresentaram a morte dia desses numa conversa de boteco
Não carrega foice como em lendas urbanas, mas sim um saco de vícios e de preguiças

Se ceifa algo, não é a vida de quem foi e sim de quem fica acreditando estar com alguma vantagem sobre quem partiu


Morte é sonolenta e dá passos sempre curtos para disfarçar sua vinda
Não tem rosto, idade, cor nem mesmo roupa
Tem vazio na alma e é nua como quem nasce

Na incompreensão dos vivos, perambula descalça deixando seu rastro. Te abraça no fim de tudo pra começar o misterioso trajeto entre o vulgo fim e o concreto começo do desconhecido.

Desde que a conheci me alertaram para não tentar dividir a conta. Olvidei e paguei sozinho.
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26 julho, 2017

-| Holger - Sunga



Gosto de lembrar das coisas.. Não lembranças de Facebook! Essas não valem por que se estão lá, na vida online atual, é sinal de que não havia esquecido de fato.

Lembrei hoje de um CD tupiniquim que amo de paixão e esqueci por um bom tempo.. Andei lembrando na verdade de muita coisa.. Como é bom escrever poemas por exemplo.


Bem, o post é para o CD: Sunga!



Seria chato falar do CD.. Convido vocês a ouvirem! A banda é incrível.. Se ouvirem vão ouvir muita coisa boa em português também!
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_-no mercy

Se olhar para o chão verá no mínimo duas possibilidades.

Não importa onde e como esteja, a vida não irá te restringir a uma única saída.

Não importa se doce ou amargo
Seu caminho sempre será sua escolha.

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25 julho, 2017

-# Poesia Composição da carne fraca


Somos preenchidos de dois tipo de qualidades
A primeira, solidão. Vive de moléstia com a saudade, brincando o tempo todo com coração e mente.
Ora de vontade, ora de lembrança, mas todo o tempo e sem respeito algum, invade lembranças e coisas quem nem vivemos

A segunda se disfarça de amor o tempo todo, mas..  é a paixão
Ela prefere brincar com os sentidos e é confundida com frequência, seja cardíaca ou de referencia ao tempo mesmo
Ranca fôlegos, sanidades, de alguns também saúde e dinheiro

Secreta e timidamente paixão e solidão dançam no que a humanidade insista em chamar de sentimentos.
Quando uma grita a outra é ignorada, quando uma parece morrer a outra transborda
Tudo varia de acordo com a quantidade e força com que toma toda essa lama vivente, que preferem chamar de corpo
Quando se misturam em medidas muito opostas, uns chamam de ansiedade, outros de medo.
Em medidas próximas alguns chamam de amor e nem percebem, mas o ódio vive um pouco ao lado na balança.


Se a solução fosse entender essa matemática, já haveria cura para alguns males
Mas não é simples
Não temos olhos bons o suficiente para enxergar essas doses
Se explode de algo, para, aí sim, esvaziar e tentar achar uma nova medida.
Tentamos e tentamos.. Queria ser oco.

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